Derniers commentaires

Oi Deus. Vi seu conto aqui. ...

11/03/2010 @ 17:51:31
par Joermes Martins


Bom mesmo este conto. Um pouco ...

18/07/2009 @ 21:17:44
par Carlos Rodrigues


Não esperava ler um trabalho tão ...

30/06/2009 @ 18:47:24
par Lekka


muito bom,mesmo. Trés joli. Zuri. Wonderful. ...

22/06/2009 @ 23:30:10
par Tony


Pour bien débuter votre blog:
  1. Insérez quelques ...

    12/03/2009 @ 17:43:27
    par El Carmo


Calendrier

Décembre 2008
LunMarMerJeuVenSamDim
 << <Mar 2010> >>
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031    

Annonce

Qui est en ligne?

Membre: 0
Visiteurs: 2

rss Syndication

 

Affichage des articles postés le: 01/01/2001

27 Fév 2010 

Tristão da Cunha

Navegador Português

16 Fév 2010 

De Escravos, Puxa-Sacos e outros Bichos

O carnaval na Bahia serve para nos mostrar que o negro aqui continua escravo. Quando ele esquece suas raízes para introduzir no seu canto palavras em inglês, ele não enriquecendo seu canto, mas rendendo homenagem ao povo que mais discriminou, mais escravizou o negro, e que representa  hoje toda a força do neo-colonialismo. É triste ver negros baianos rebolando-se e gritando palavras macaqueadas de seus algozes, como “rebolation” e outros bichos. Já dizia Bourdieu, em seus estudos, (A Reprodução(1970), A Distinção(1979), Sobre a Televisão(1996), Contrafogos(1998)  que a classe dominante impõe com a educação sua forma de agir e de pensar à classe dominada, de forma que esta acaba sem nenhum poder de crítica, cabando por ser ilusório falar em democracia posto que “não há democracia efetiva sem um verdadeiro poder crítico”. É o que se vê no dia a dia da sociedade brasileira. Fala-se à maneira do dominador, usa-se, sem cerimônia até com esnobismo, a linguagem do carrasco  e o que deveria ser motivo para reprovação da massa espoliada passa a ser chic e refinado. Assim vemos um carnaval totalmente desfigurado onde se ouve axé “music”, “rebolation” e outros bichos. É o escravo pedindo para ser torturado.
03 Jan 2010 

NEVE



Estou a ler (como dizem os portugueses) Neve, edição da Companhia das Letras, tradução de Luciano Machado da versão inglêsa Snow do romance Kar  do romancista turco Orhan Pamuk, ganhador do prêmio Nobel de Literatura de 2006.


Estou ainda no capítulo 6 e já percebo que esta é uma obra interessante, não porque tenha seu autor ganhado o prêmio da Academia Sueca, mas porque sendo uma obra de um escritor não totalmente ocidental, uma vez que a Turquia se encontra, geográfica e ideológicamente, entre os dois mundos, narra de maneira agradável , sem recorrer ao folclore, a vida naquele país atormentado, justamente por se encontrar entre o Ocidente e o Oriente.


Não tenho às mãos a versão inglesa e muito menos a obra original,  mas sei antemão que esta obra não chegou inteira até nós. Para começar é dificil conceber que alguém possa traduzir integralmente o espírito de uma obra qualquer, o que seria uma exigência absurda e mais dificil ainda se esta obra já não é traduzida de seu original, que seria o ideal.O que não se pode admitir é que uma tradução traga os vícios e modismos do momento, porque a tradução deve ser uma recriação  aproximando-se o máximo de seu texto original. Não é o que sentimos na tradução presente. O tradutor, traído pelo modismo, traz um gerundismo, que por certo não existe na lingua original e muito menos na lingua portuguêsa, que enfeia a obra e modifica o sentido original. Após o assassinato do professor Nuri Yilmaz, Ípek e Ka saíram do local do crime, e ao se encontrar só, Ka começa a refletir sobre aquela cena e porque não fizera nada para impedir, nem mesmo ligara para ninguém para relatar o acontecimento. Nosso tradutor escreve saxonicamente: atormentado pelo remorso e pelo sentimento de culpa disse a si mesmo que deveria estar ligando para algumas das pessoas a quem fora apresentado esta manhã. Por quê, deveria estar ligando? Por quê não, deveria ligar? Por quê este gerundismo absurdo?


Não sou um purista, o que seria impossível no mundo atual, quando recebemos todas as informações do mundo eàs vezes, no exato momento em o fato está acontecendo, tornando-se impossível a tradução imediata.  O que se combate e deve ser combatido, é o uso indiscriminado de estrangeirismos, quando temos na nossa língua uma maneira de dizer a coisa.


O pior é que esta mania de anglicizar ou americanizar as palavras chegou até à própria prosódia e fonética. Assim se diz Bálcãs e até Bálcan para se referir aos Balcãs, à penisula dos Balcãs. Balcãs sempre foi e será oxitona em português. Dizem Kósovo, quando o certo é Cosovo, paroxítona. Aliás, acho que nem sabem mais o que seja proparoxitona, paroxitona ou oxitona. A ignorância é total. Vive-se uma cultura de buteco, emprenhada pela mediocridade da televisão e dos jornais que se conformam em reproduzir pura e simplesmente o que lhes passam as agências de notícias e os programas televisivos feitos lá fora. É uma lástima.          




        
10 Déc 2009 

ASSALTO A MÃO ARMADA


 

No dia 21.11.2009, fui assaltado em Simões Filho-Ba.,  No assalto, à mão armada, levaram o carro Ford Ka, placa JPX-1916,(Salvador) RENAVAM-917761529, ano 2007/2007, Gasolina, CHASSI – 9BFBLZGDA7B620839 – Cor cinza,   dois celulares, documentos que se encontravam na mala do carro, pasta com todos os documentos. Estou bem. Não me fizeram nada, apenas levaram tudo. Eram dois jovens. A rua estava movimentada e eu pedia  informações a alguém.

 

Quem é o culpado de tantos roubos, tantos furtos, tantos assaltos? Você dirá: o governo que não dá segurança, ou  que não dá trabalho, ou  que não dá educação, que não dá laser.


Eu digo todos nós somos culpados. Ou você nunca comprou uma peça usada? Se não houvesse quem comprasse o fruto do furto, do roubo ou do assalto, garanto que no existiria ladrão, ou no mínimo seria muito menos, porque se não houvesse comprador para o produto do crime, ninguém iria roubar para ficar com o objeto na mão. Logo, quem compra objetos roubados ou furtados está contribuindo para o aumento da criminalidade. Não me venham com desculpas. Todos nós somos responsáveis, ou então não nos lamentemos.

 

08 Déc 2009 

Dominguinhos e Yamandu

O rei da Sanfona Dominguinhos e o grande mestre do violão Yamandu Costa.

1, 2  Page suivante